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11/09/12

Falso "Aviso de Privacidade" assusta no Facebook


Anda a circular há uns dias um "aviso de privacidade" que tem por objetivo salvaguardar os dados dos utilizadores na rede social Facebook. O embuste já é antigo, mas voltou a ganhar força, desta feita traduzido para português.

O Facebook, como principal rede social da atualidade, é um veículo de informação poderoso. Nele, são partilhados milhares de links a cada segundo e publicados milhares de posts a cada instante. A velocidade de partilha é tão grande que muitos descuram a leitura atenta do que partilham, gerando fenómenos virais mais ou menos aleatórios.

Não é preciso ir muito longe para ver casos assim: há umas semanas, uma crónica de Margarida Rebelo Pinto voltou à baila depois de alguém ter reavivado um link antigo, onde a escritora demonstrava o seu desprazer pelas "gordinhas". Também recentemente Portugal "ganhou" uma medalha nos Paralímpicos bem antes de o chegar a fazer, a crer pela timeline de muitos portugueses, que partilharam em massa um link de um prémio europeu, sem atentar à data de publicação do artigo.

O fenómeno, não sendo novo, apanha sempre muita gente desprevenida. O caso mais recente prende-se com um "aviso de privacidade" que tem sido partilhado no Brasil e, posteriormente, em Portugal, onde se lê, em português, que o Facebook é uma "entidade de capital aberto" (com ações na bolsa) e que a única forma de proteger os seus dados da utilização pública dos mesmos pela rede, sem autorização, é colando um texto "legal" algures no mural, a rejeitar tal possibilidade. O texto termina com um "código", que corresponde a um conjunto de leis vigentes nos EUA e que em nada têm que ver com o caso.

Tal como foi dito anteriormente, este texto não é novo, tendo dado que falar há uns meses no mundo anglo-saxónico, quando foi partilhado até à exaustão. Na altura, o site Snopes.com analisou o seu conteúdo e colocou a confusão em pratos limpos.

Ora, o texto em nada muda a política de utilização da rede social, que todos aceitamos no momento em que nos inscrevemos e que pode ser facilmente consultada online. O Facebook, legalmente, apenas torna público o conjunto de informações que o utilizador assim entender, pelo que transcrever o texto para o mural em nada vai mudar as definições existentes na conta. Para proteger conteúdo e informação que não quer ver pública, o utilizador deve começar por analisar, passo a passo, todas as permissões que dá à rede social. As "Definições de Conta", opção que aparece ao clicar na "seta" do canto superior direito, na página do Facebook, é um bom lugar para começar.
Fonte: Blogues JN

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28/08/12

Facebook »»» Aplicação oferece fama a primeiro utilizador a morrer


Não teve os seus prometidos 15 minutos de fama durante a vida? Uma aplicação no Facebook promete oferecer-lhe a ribalta...após a morte.

O nome da aplicação que promete este peculiar prémio é "If I Die" e foi lançada por uma empresa israelita. A aplicação permite gravar uma mensagem de vídeo ou deixar um texto, material que será publicado no mural do utilizador no Facebook, após a sua morte.

O "If I Die" foi idealizado, enquanto projeto, em 2010 e tornou-se, em 2011, uma aplicação para Facebook. Para promover uma nova funcionalidade deste "serviço" (a possibilidade de enviar mensagens privadas a pessoas específicas, após o falecimento) a empresa decidiu ir mais longe e lançar no sábado, em conjunto com o site Mashable, um inusitado concurso, o "If I Die First", onde a primeira pessoa registada na aplicação a morrer, não só partilhará a sua mensagem no mural, como a mesma será espalhada pelo mundo.

À agência espanhola EFE, o criador da empresa diz que a ideia de oferecer este "prémio" surgiu ao mesmo tempo que surgiu o projeto em si. O "concurso" tem por base a premissa de que "todas as pessoas têm direito a que as suas últimas palavras sejam conhecidas, que o seu legado seja público". "Consideramos que um concurso seria o apropriado para que a aplicação tivesse impacto", assume.

Por isso, quem quiser deixar uma mensagem ao planeta, já sabe o que é preciso fazer. Para participar no concurso, os interessados terão de ir especificamente à aplicação "If I Die" e escolher a opção "For a Chance to World Fame". Aí, será possível deixar as suas derradeiras palavras, a serem transmitidas após a morte no site Mashable e publicadas em jornais e revistas internacionais.

O concurso está online desde sábado e já recebeu, até ao momento, mais de 1200 participações. Nas regras, no entanto, está bem explícito: provocar a morte é batota e vale desclassificação. "Se houver suspeita de que se trata de suicídio ou morte deliberada, não se publicará a mensagem", deixou bem claro o dono da empresa.

Apesar da adesão, também há quem critique o humor com que é oferecido este serviço. Para o criador da empresa, no entanto, a ideia faz sentido, uma vez que "o Facebook faz parte da nossa vida social" e, como tal, também deverá ser um espaço onde a morte é anunciada. "Acrescentamos um serviço de morte digital", acredita.
Há um ano no Facebook, a aplicação "If I Die" tem mais de 200 mil utilizadores, tendo registado, até ao momento, apenas dois falecimentos (de pessoas que padeciam de doenças terminais).

Fonte: JN (blogs)
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11/04/12

Google+ tem sua primeira reforma visual

Nova interface da rede social do buscador segue o atual padrão de estilo do Gmail

Principal novidade é uma coluna com ícones de acesso para álbum de fotos, círculos, páginas etc., localizada à esquerda da página.

O Google apresentou, hoje, a nova interface de seu serviço Google+, plataforma que agrega os serviços de rede social, buscas, vídeos etc.



Segundo o Google, a nova interface é mais flexível e funcional.
Na prática, o novo Google+ segue o atual padrão de estilo do Gmail.
A principal novidade é uma coluna com ícones de acesso para álbum de fotos, círculos, páginas etc., localizada à esquerda da página.
Do lado direito, uma outra coluna, com os contatos do usuário do Gtalk, emula o sistema de bate-papo do concorrente Facebook.
Além disso, o Google ampliou o tamanho das fotos exibidas no news feed e criou uma página dedicada para os Hangouts, onde o usuário poderá acompanhar quais conferências estão acontecendo a fim de participar delas.
Segundo o Google, mais de 170 milhões já fizeram a inscrição no serviço, porém, a empresa não estipula qual o percentual de usuários ativos (aqueles que o acessam pelo menos uma vez por mês).
De acordo com números da comScore, o Google+ é a sexta rede social mais popular dos Estados Unidos, com 15,2 milhões de usuários. A nova interface será disponibilizada para os usuários gradualmente nos próximos dias. «Leia Mais»

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