Quatro corpos já foram enviados ao Rio de Janeiro e o primeiro a ser enterrado foi o do engenheiro mecânico Luiz Cláudio de Monlevad, de 48 anos, que trabalhava no grupo francês Saint Gobain. Ele foi sepultado em Barra Mansa, no Rio de Janeiro.
Embarcações brasileiras e francesas ainda realizam buscas por corpos e destroços na remota área onde acredita-se que o avião tenha caído. As caixas-pretas da aeronave, cujos sinais são emitidos por no mínimo 30 dias, ainda não foram encontradas. Autoridades francesas deram poucos detalhes sobre as investigações. O BEA, órgão francês que investiga as causas do acidente, deve divulgar até o fim deste mês um relatório preliminar sobre as investigações do acidente.
O voo deixou o Rio de Janeiro com destino a Paris no dia 31 de maio às 19h30 (horário de Brasília). Às 22h48, o avião saiu da cobertura do radar de Fernando de Noronha. Em nota na quarta-feira, o Comando da Marinha e o Comando da Aeronáutica informaram que não foram localizados mais corpos de vítimas do voo 447 da Air France.

